Antônio PARREIRAS 1860-1937

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Textos críticos

Muito já foi escrito sobre Antônio Parreiras e sua obra. Uma listagem bibliográfica mínima, incluindo periódicos, abrange mais de 500 referências singulares. É natural que apenas uma pequena parte seja constituída por textos de maior densidade, sobretudo aqueles que fixaram informações essenciais e desfizeram mitos displicentes. Dentre estes, são superlativas as contribuições de Jefferson Ávila Júnior — segundo diretor do Museu Antônio Parreiras e mais duradouro ocupante do cargo — e de Quirino Campofiorito. E antes deles foram notáveis os escritos de contemporâneos do pintor, como Luiz Gonzaga Duque Estrada, Artur Azevedo e Olavo Bilac.

No presente século o grande paisagista continua a atrair bastante interesse e tem motivado abordagens de todo tipo. Quase desapareceram os textos de elogio gratuito e exagerado, mas aumentaram muito as fórmulas baseadas na simples replicação de reflexões clássicas. No ambiente acadêmico é possível distinguir duas vertentes predominantes: a que se dedica a registrar fontes primárias e a que procura a todo custo descobrir novos ângulos de interpretação, ocorrendo episodicamente a fusão de ambas. Surgiram também casos isolados e patéticos de tentar contestar, sempre que possível e sob qualquer pretexto, a estatura do artista e de sua obra. Esta vertente em geral possui gênese comum, partindo de equívocos do escritor Afonso Henriques de Lima Barreto, na década de 1920, e prosseguindo por meio das implicâncias tão anêmicas de Frederico Morais e Wilson Coutinho, na década de 1980.

Contudo, textos qualificados de análise concreta e objetiva das pinturas de Antônio Parreiras foram e continuam sendo escassos. O principal objetivo desta seção é reunir material que se enquadre nesta categoria específica.

Odisséia de uma obra-prima
Frinéia 1909

Ausente do Brasil durante quase um século, Frinéia foi pintada…
Paisagem sempre
Aguaçal 1933

Antônio Parreiras reinventou…
Aventureiros e Invasores
Invasores 1936

Em Paris, nos meses imediatamente…
Parreiras meio século depois
Da matine 1888

A cada ano que passa fica mais claro que a sociedade brasileira…